É comum escutar as pessoas bradarem que são a favor da felicidade. Que tudo pode se é pra ser feliz. Escutei ontem. Hoje, novamente. Não há regras, leis, moral nem proibições, tudo em nome de ser feliz. É essa a escravidão de muitos.
Os traficantes reinam nas favelas. Ops! Comunidades, desculpe, pois esqueci que no Brasil tem-se que ser politicamente correto, como os políticos nos ensinam exemplarmente. Os ladrões divertem-se e são felizes às custas do que outras pessoas lutaram pra conseguir e que perderam. Criticar? Não, já que foi pra fazer muitas pessoas felizes.
É injusto querer criticar o homossexualismo. Eita! Homoafetividade, melhor dizendo. Eles estão felizes! Os que discordam de tal prática devem ficar calados e amordaçados, pois a felicidade alheia não deve ser incomodada.
O que falar, para os cristãos, do pecado? O que é pecado? Isso não existe, seus fundamentalistas! O que vale mesmo a pena é a minha felicidade, mesmo que esta vá de encontro ao que Deus disse que era certo e digno de um seguidor Seu.
Isso são exemplos de felicidade a qualquer custo, que fará você feliz em momentos, estes que precisarão ser alimentados sempre mais para que a felicidade seja sentida novamente. É preciso sempre estar voltando ao pote cuja água não sacia. Escravidão. É acomodar-se na insubmissão a qualquer coisa, haja vista que é preciso esforço para cumprir leis. Se você é assim, lamento. Se você é assim e é cristão, lamento mais profundamente. A anarquia das suas ações reflete-se num liberalismo exacerbado, que relativiza tudo e tenta forjar uma ‘Belle Époque’ emocional.
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam”, 1Cor 10, 23. Independentemente da sua crença, pense nisso.
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