segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Soneto de separação - Vinicius de Moraes

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

Amar - Drummond

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho,
e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor à procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa, amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.

domingo, 25 de setembro de 2011

Música?

Peço licença aos forrozeiros para falar, não daquele nostálgico forró pé-de-serra, mas desse forrozinho alienador que arrebata os jovens aos goles delirantes. Não citarei nenhuma letra desse forró-pop, pois não posso baixar o nível com palavras de baixo calão. Também não posso desrespeitar as mulheres, estas que lutaram tanto pelos seus direitos em relação ao homem e podem, hoje, comemorar ao som do forró-estilo. Definições à parte, esse forró-teclado é música?

Não. Esse forró, se é que eu posso chamá-lo assim, não passa de grunhidos e espasmos acompanhados de uma letra que beira a pornografia escrachada e insanamente proferida pela multidão culta e cristã que assiste. Luís Gonzaga, onde você está? Dominguinhos, não te encontro.

Procurei as rainhas, mas me entregaram simples garotas. Procurei as robustas naves espaciais, mas só achei aviões aos pedaços.

Devo ser anormal por não escutar os arranjos magníficos desse forró. Conservador, por não me deixar levar pelas letras modernas e minunciosamente construídas. Retrógrado, por querer sanfonas, ao invés de guitarras; triângulos, ao invés de teclados; zabumbas, ao invés de baterias. Devo ser isso mesmo. Queira Deus que eu não seja culturalmente hostilizado, em minha arrogância nordestina, pelos intelectuais forrozeiros contemporâneos.

Dominguinhos? É você? Elba? Não. Tenho que perder as esperanças…

Quem sabe você um dia pare de rodar o copo na cabeça e, depois da ressaca, descubra o segredo que eu tenho cá guardado no peito. Um dia você descobrirá o que é musica…

Instante

És velocidade quando eu quero altura
Você corre muito, eu quero apenas pular
e te dar esse instante de vendo
Quero um lamento
Quero, sim, conhecer o tempo
que separa meus pés do chão

Nessa rapidez vais embora
e nessa hora assobio em chamado
Grito em gemidos ásperos e secos
um bocejo
do sono da saudade

Nisso, pulo novamente
lembrando da rapidez da gente
pulando no vácuo da tristeza
Ar de beleza
Atmosfera nossa.







Escolha

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Oração do anjo - Ceumar

Oração ao tempo – Maria Bethânia

Contrastes de olhar! - Miguel Segundo


E aquele olho
meio claro, meio escuro,
que na sombra do minuto
se perde sem pensar.
Delicadas malvadezas
que pelo reflexo
quase faz chorar,
a bubina rebubina
na canção de Capitu
com seu olho quase nu
refresca meu desejo de amar.

Hoje na sombra, no refúgio
a cabeça me faz pensar,
já não vale tantas mãos
e tantos pés
se a clara evidência
de seus passos
já não posso enxergar.

Pássaro,
que nessas horas voa longe
sente a presença de viver,
cantar e andar não vale mais nada
agora o que vale é voar
para os braços da figueira,
e que lá seja feliz
fincando suas garras num toco oco.
- O que restou do seu sonho?
- Nada não, foi em vão.

domingo, 18 de setembro de 2011

Charge – Duke

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Ideologia: ame-a ou deixe-a

Ideologia consiste na sua visão de mundo, na sua escolha de como vê-lo e como construir opiniões sobre seus acontecimentos e polêmicas. Ideologia política já define-se pelo nome. Desde os tempos imperiais que, no Brasil, o que vale e interessa são os próprios interesses, e não uma ideologia formada. Aqui não há políticos, mas coronéis. Dito isso, por que ter uma ideologia?

Seja no que for, é essencial que você tenha uma opinião, para que não deixe-se levar pelos ventos de outras. Ideologias permitem-lhe debater de igual para igual, em uma discussão na qual, mesmo que você não tenha opinião formada, irás com base, com alicerce firmado. Para ter uma ideologia, porém, você precisa decidir-se por tê-la.

É necessário buscar a sua posição sobre o mundo e o que nele existe a partir das que estão postas. Devo buscar nelas a que eu me identifico e acho que é a que encaixa-se, fazendo dela uma verdade para mim mesmo. Uma verdade para mim, ou seja, que deve ser exposta para os outros e não imposta aos mesmos.

Quem não tem ideologia é conquistado e sempre convencido. Quem tem é confrontado e convence.

Quem tem ideologia política não vota no candidato, mas nas posições que ele assume em relação ao país. Quem não tem vota no sorriso dele e na sua simpatia para com os eleitores, isto é, alienação que acomoda e castra o pensamento.

Portanto pense, reflita, decida.

sábado, 17 de setembro de 2011

Desista de desistir

É comum encontrar pessoas que, em situações nas quais algo parece pouco provável de acontecer, desistir ou lamentar-se todo o tempo num remorso do passado e na acomodação da impossibilidade de um almejado futuro. Elas lamentam-se por não poder fazer aquilo, sendo que esse lamento já é uma acomodação.

Chega a ser pura burrice desistir sem tentar, pois isso já é uma antecipação da derrota, do fracasso. É como se a impossibilidade provocasse o sentimento de impotência, porém isso mascara uma capacidade que sempre vai estar lá. Nesse contexto, o pecado maior resume-se a uma palavra: acomodação.

Ela faz com que você, ao invés de lutar, conforme-se com uma derrota que nem aconteceu e pode muito bem ser revertida. Até porque não aconteceu! Ao invés de ater-se a um futuro definitivo, invista num presente promissor, construa o objetivo no cotidiano. Não sente no futuro com a bunda de passado, mas ande com pés de presente focando com olhos de futuro.

Não foi do jeito que poderia ter sido? E daí?! Não foi, mas ainda pode ser. Não importa se faltam só 20 minutos para que o despertador toque, pois ainda dá tempo de acordar! É melhor que o esforço seja dobrado, em 20 minutos, do que voltar a dormir e ouvir o despertador tocando e dizendo que, agora, não dá mais tempo.

Tempo se passa, mas também constrói-se.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Felicidade! A qualquer custo?

É comum escutar as pessoas bradarem que são a favor da felicidade. Que tudo pode se é pra ser feliz. Escutei ontem. Hoje, novamente. Não há regras, leis, moral nem proibições, tudo em nome de ser feliz. É essa a escravidão de muitos.

Os traficantes reinam nas favelas. Ops! Comunidades, desculpe, pois esqueci que no Brasil tem-se que ser politicamente correto, como os políticos nos ensinam exemplarmente. Os ladrões divertem-se e são felizes às custas do que outras pessoas lutaram pra conseguir e que perderam. Criticar? Não, já que foi pra fazer muitas pessoas felizes.

É injusto querer criticar o homossexualismo. Eita! Homoafetividade, melhor dizendo. Eles estão felizes! Os que discordam de tal prática devem ficar calados e amordaçados, pois a felicidade alheia não deve ser incomodada.

O que falar, para os cristãos, do pecado? O que é pecado? Isso não existe, seus fundamentalistas! O que vale mesmo a pena é a minha felicidade, mesmo que esta vá de encontro ao que Deus disse que era certo e digno de um seguidor Seu.

Isso são exemplos de felicidade a qualquer custo, que fará você feliz em momentos, estes que precisarão ser alimentados sempre mais para que a felicidade seja sentida novamente. É preciso sempre estar voltando ao pote cuja água não sacia. Escravidão. É acomodar-se na insubmissão a qualquer coisa, haja vista que é preciso esforço para cumprir leis. Se você é assim, lamento. Se você é assim e é cristão, lamento mais profundamente. A anarquia das suas ações reflete-se num liberalismo exacerbado, que relativiza tudo e tenta forjar uma ‘Belle Époque’ emocional.

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam”, 1Cor 10, 23. Independentemente da sua crença, pense nisso.

“Ordem e Progresso”, literalmente

Em Julho o Japão sofreu com um dos maiores tremores da sua história: um terremoto com mais de 7 pontos de magnitude. A costa leste do país foi engolida pelo tsunami que seguiu-se ao tremor e a destruição pôde ser observada nas imagens veiculadas pela mídia. Leia-se destruição, não caos. Por quê?

Se tivesse ocorrido a mesma coisa no Brasil, Deus! Não teria sobrado pedra sobre pedra. Os brasileiros teriam aumentado a própria magnitude do terremoto, pois constituem um povo muito civilizado e com senso de coletividade. Seria um caos verdadeiro, no mais amplo e fiel sentido da palavra. O corre-corre instalaria-se antes e depois do acontecido, as lojas e afins seriam saqueadas, os políticos iriam aproveitar para desviar dinheiro de ajuda humanitária, a mídia iria colocar toda a culpa no governo, o trânsito beiraria o desespero e nem as escolas teriam estrutura física para alojar adequadamente os desabrigados.

O que é isso? É “Brasil! Meu Brasil brasileiro/Meu mulato izoneiro/Vou cantar-te nos meus versos”. Isso se ninguém pisotear-me, claro.

No Japão, entretanto, houve ordem durante todo o processo: sem correrias, sem desespero. Nos dias que se seguiram ao fato, os japoneses demostravam sobriedade e cautela diante de toda a destruição sentida. Não houve baderna, saques, mas filas perfeitamente organizadas nos estabelecimentos comerciais, tal organização que repetiu-se nos alojamentos. Como de costume, os garis continuaram a apanhar o ínfimo lixo das ruas com uma espécie de ‘pegador’.

Observando isso, então, vê-se a diferença entre quem tem “Ordem e Progresso” na bandeira, e quem os possui tatuados no comportamento.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Budismo moderno – Augusto dos Anjos

Tome, Dr., esta tesoura, e... corte
Minha singularíssima pessoa.
Que importa a mim que a bicharia roa
Todo o meu coração, depois da morte?!

Ah! Um urubu pousou na minha sorte!
Também, das diatomáceas da lagoa
A criptógama cápsula se esbroa
Ao contato de bronca destra forte!

Dissolva-se, portanto, minha vida
Igualmente a uma célula caída
Na aberração de um óvulo infecundo;

Mas o agregado abstrato das saudades
Fique batendo nas perpétuas grades
Do último verso que eu fizer no mundo!

domingo, 11 de setembro de 2011

Charge – Bruno Aziz

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Eu posso?

A Sebastian Film – Terror sem Limites, filme do sérvio Srdjan Spasojevic, foi censurado e até proibido em alguns países, como Inglaterra e Noruega, por conter cenas de estupro, pedofilia e violência. Ele mostra a história de um ator pornô em decadência econômica, mas quem tem o direito de proibi-lo até para maiores de 18 anos?

O Estado tem o dever de cumprir a lei de classificação etária de filmes conforme a constituição de cada um, porém não lhe cabe dizer se é certo ou errado para pessoas que já são maiores. Estas podem assistir ao que quiserem, seja comédia romântica ou filmes que mostrem a realidade como ela é e ultrapassem o objetivo do entretenimento, buscando a exposição das mazelas mundiais. O filme de Spasojevic cumpre muito bem esse papel.

Por trás dessas proibições há um ridículo e utópico desejo de estabelecer uma dominação do que é politicamente correto. A violência não é politicamente correta! O estupro tambem não! É abominável querer dar cor-de-rosa a tais realidades ou mascará-las à sociedade.

Mesmo que as cenas sejam chocantes, como afirmam as autoridades que as proibiram e censuraram, por que não exibí-las a uma população adulta e pagante de seus impostos? As autoridades não podem fazer isso. Quem não quiser chocar-se, não irá, mas eu não posso dizer a todos que eles não podem se chocar. Até porque eu não preciso de um filme para assustar-me com o colorido da maquiagem desse mundo.

É preciso, portanto, que a sociedade não se acomode diante de tal abuso e exija os direitos que lhe competem, como o de assistir a um filme. Os governos devem agir com maturidade e equilíbrio, sem impor-nos uma proteção que nos amordaça e nos tampa os olhos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Independência e/ou morte!?

Hoje acordei-me emocionado e contagiado pelas glórias e conquistas deste dia: independência do Brasil. Viva! Foi num 7 de setembro que o então príncipe D. Pedro rompeu politicamente com Portugal e tornou-se o imperador D. Pedro I. Permanecemos agroexportadores, escravistas, com um imperador estrangeiro, mas pra quê lembrar disso? Independência! Ainda estou tomado por esse sentimento.

Foi uma honra ver a presidente Dilma Rousseff assistir ao desfile da independência em Brasília, mesmo sabendo que ela é dependente das chantagens do PT, do PMDB, de ministros corruptos, de uma base aliada coronelística preocupada exclusivamente com seus interesses, de uma “América para os americanos”, enfim, ela deveria estar também emocionada com tanta independência.

Outra honra maior foi contemplar os protestos organizados por sindicalistas e as bandeiras vermelhas tremulando em meio ao povo aguerrido e sedento de direitos: o povo brasileiro! Não há maior independência do que líderes sindicais abocanharem-se por uma verbinha governamental. Lula os viciou, tornou-os independentes. É, certamente, um dia mais do que justo para que eles comemorem.

É uma pena que o amanhã chegará e eu já terei esquecido desta bela data. Entretanto, não quero esquecer-me das pessoas honradas e dignas que me representam e lutam pelos meus direitos. Direitos de brasileiro… Mas enquanto estamos no hoje, comemoremos! Viva a independência! Viva ao PT! Viva a esquerda sindical!

O amanhã chegou. Esqueci os vivas. Me acomodei novamente. Sou brasileiro.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Experiência alheia serve

Desde sempre a experiência é valorizada como sinônimo de sabedoria nas sociedades, numas mais que em outras. Passar por dificuldades na vida, errar, torna as pessoas mais maduras e capazes de dar valor ao que realmente vale a pena, no propósito de não repetir erros de outrora. Disso ninguém duvida. Entretanto, a experiência do outro pode servir para a minha vida, ou seja, não preciso errar como outrem para saber como é ou aprender a fazer diferente.

Eu não preciso embebedar-me e sofrer um acidente no trânsito para aprender a não fazê-lo. Experiência. Não preciso trair para saber que a confiança não será mais a mesma. Experiência. Não preciso errar para saber que aquilo é um erro. Você certamente cairá algumas vezes, mas não é preciso tropeçar a cada metro para saber firmar os pés e focar os olhos.

É muito fácil colocar a culpa da minha incompetência numa falsa busca por experiência. É bom ter um consolo para a minha acomodação. Será tudo um paraíso até eu perceber que o que verdadeiramente vale a pena sempre vem acompanhado de esforço. Capacidade eu e você temos, mas a excelência de um de nós será provada no mérito da renuncia para que a vitória seja alcançada. A vida é assim.

É necessário e fundamental que aprendamos com a experiência alheia, para que, somando-a com a nossa, possamos cair menos e, quando isso for inevitável, ter forças para levantar e sabedoria para esperar os ferimentos cicatrizarem.

PS: Se você tem fé, “confie em Deus como se tudo dependesse dEle e trabalhe como se tudo dependesse de você”.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Gita – Maria Bethânia (intérprete)

Fé é decisão

PS: faça de conta que esta postagem é de ontem.

Hoje você não é obrigado a seguir nenhuma religião ou doutrina, mesmo que, tratando-se de Brasil, muitos sejam católicos apenas porque os pais o são. Ter fé ou não partirá de uma decisão sua de tê-la, pois é uma decisão tambem sua acreditar em Deus ou não. Dito isso, já que não somos forçados a nada, temos como dever a autenticidade naquilo que escolhemos.

A nossa escolha precisa ser sinônimo de convicção, ou seja, ser aquilo que acreditamos por inteiro, por completo, sem meio termo nem desvios pelas beiradas. Se você decidiu ser católico, seja verdadeiramente um católico. Como? Conhecendo e seguindo a doutrina da Igreja. É ridículo um católico acreditar em reencarnação, interpretar a Bíblia do seu jeito, ter Maria como uma mulher qualquer, apoiar o aborto ou ver o homossexualismo como algo normal e aceitável pela moral cristã.

Se sua escolha foi por ser espírita, siga e leia Alan Kardec. É impossível um espírita ter Jesus como Deus, pois o espiritismo vê-Lo como um espírito evoluído, de luz. Só. Na mesma linha não tenha imagens em casa, se você escolheu o protestantismo.

És ateu? Pois bem. Um ateu não acredita na existência de um Deus, logo é falsa uma possível espiritualidade daquele, visto que esta sempre considera um ser maior. Exalte a razão sobre todas as coisas e dependa somente de você, assim serás verdadeiramente ateu.

E assim é para todas as escolhas. Budista, esotérico, macumbeiro e outras mais. Seja o que quiser, mas seja! Siga a sua escolha dignamente, pois ela será sua ideologia, sua forma de ver o mundo. Seja todo naquilo que quiser, ou serás nada em tudo.

Apresentação

O objetivo deste blog é mostrar a minha humilde opinião sobre as mais variadas coisas, desde um simples acontecimento do cotidiano a uma notícia internacional. O importante aqui não é que você concorde comigo, daí o título, mas que pense sempre em todas as postagens e a partir destas forme a sua opinião e/ou convicções a respeito dos diversos assuntos que serão abordados. Não esqueça: comente!

Agenda de postagens:

  • Segunda: uma poesia, um vídeo, uma música, uma citação, uma pintura, uma charge, etc;
  • Terça: um artigo de opinião;
  • Quarta: uma crônica;
  • Quinta: um artigo de opinião;
  • Sexta: um poema de Miguel Segundo, estudante do 3º ano no Colégio Motiva;
  • Sábado: nao garanto postar neste dia, mas se assim fizer será conforme a segunda;
  • Domingo: um texto religioso e/ou de reflexão.

Há algumas coisas, dentre várias, de mim que vão influenciar sempre as minhas opiniões: sou católico apostólico romano um tanto tradicionalista e minha posição política é de centro-direita. Mas relaxe, isso é só um detalhe.

Se você perceber alguma ironia por aqui, não é mera coincidência.

Espero que goste e boa leitura!